quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A realidade que queremos na vida nem sempre é aquela que contemplamos. Mesmo assim a vida é o que é, e apenas devemos agradece-la assim mesmo. Me deparo com estes pensamentos porque tu não me sais da cabeça. Porque me afastei eu de ti? Porquê? Que direitos tenho eu a reclamar nesta amizade? As pessoas só mudam caso queiram e eu não tenho o direito de te obrigar a fazê-lo. Fui amiga, sempre, e fiz-te olhar para o melhor a fazer, não o escolheste e senti-me resignada ao término. Agora, passado meses, penso que talvez houvesse a possibilidade de isso não acontecer; mas tens que admitir que lidar com tudo aquilo também era frustrante para mim. Necessitava de ar, de me desprender das más energias que de mim se apoderaram, de tentar não me perturbar com problemas que não me pertenciam, mas para mim tu pertencias-me ou eu a ti e eles sempre me atormentaram. E fizeram-no porque tudo foi culpa minha, nunca deveria ter agido assim. Falando verdade e sincera sinto falta, sinto falta de tudo, sinto falta especialmente do ‘nós’. Por isso deixo-me cair em mim, deixo-me cair no fundo desse vazio, no fundo dessa saudade e digo com esperança que o dom do perdão exista de verdade e peço com o coração que te pertence ‘Desculpa’.
para SACA
by me
13-Ago-2010 18h49
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